Consumo de streaming coloca usuários no comando

Consumo de streaming coloca usuários no comando

O consumidor de hoje é quem decide o que quer assistir, na hora em que bem entende. E busca cada vez mais por agilidade e comodidade

O consumo de streaming tem sido, cada vez mais, um dos principais focos da indústria do entretenimento, certamente uma das que mais sofreu mudanças com os avanços tecnológicos de alguns anos para cá. Especialmente por conta da portabilidade promovida pelos celulares e tablets, além da popularização das Smart TVs, os hábitos do consumidor andam ditando os rumos dos mercados da música e da produção audiovisual. Hoje em dia, o usuário está no comando. É ele quem decide o que quer assistir, na hora em que bem entende.

Marcas globais

Essa mudança dos hábitos de consumo trazida pelo streaming vem acompanhada de uma busca maior por agilidade, comodidade e até mesmo de alinhamento com marcas globais, como Netflix e Amazon Prime (filmes e séries) ou Spotify e Deezer (música e podcasts).

Alinhamento de TVs e rádios

Até mesmo a TV tradicional vem passando por momentos de restruturação por conta desse consumo de streaming. Aqui no Brasil, onde existem mais pessoas vendo séries e filmes pela internet do que pela TV a cabo, diversas emissoras da rede aberta têm apostado no lançamento de seus próprios serviços de streaming. Como é o caso da Globo, com o GloboPlay, e da Record, com o PlayPlus.

No rádio, acontece fenômeno parecido. A emissora Jovem Pan, por exemplo, criou a PanFlix, uma plataforma de streaming onde disponibiliza conteúdos em vídeos de programações da rádio e novos programas. O objetivo é fidelizar o público que já tem e atrair novos ouvintes.

Consumo de streaming

O streaming significa que o público também está cada vez mais praticando o desapego na hora de consumir, já assina um serviço, mas se parar de pagar não terá mais acesso ao conteúdo. Então é preciso que as marcas saibam lidar com esse novo perfil do consumidor de streaming.

Os serviços de streaming, normalmente, cobram taxas, seja por visualização ou assinatura. E os conteúdos – vídeos ou músicas – vêm de uma rede normalmente baseada em nuvem. Em alguns casos, como no Deezer e no Spotify, por exemplo, há a possibilidade de o usuário ouvir músicas de forma gratuita. Mas, nestes casos, ele acaba impactado por publicidades em meio aos conteúdos.

Conforme destaca artigo do Terra, alguns serviços oferecem amplo suporte de hardware para vários dispositivos, como Smart TVs, computadores, smartphones e tablets. Já outros acabam sendo limitados a apenas um tipo de dispositivos, ou a aparelhos de uma marca específica, como o iTunes para a Apple.

A PROTESTE vem acompanhando a evolução desse mercado. A tendência é que ele continue crescendo. Ao mesmo tempo que os serviços atraem pelo preço baixo, no entanto, assinar vários serviços pode ficar caro.

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