Tudo o que você precisa saber sobre o pix

Tudo o que você precisa saber sobre o pix

Sistema de pagamento e transferência bancária instantâneos é fácil e seguro

Desde novembro passado, o consumidor tem mais um meio de pagamento e transferência bancária disponível. Além de boletos, Documento de Ordem de Crédito (DOC) e Transferência Eletrônica Disponível (TED), contamos, agora, com o PIX. Mas, se você ainda não aderiu ou tem dúvidas, saiba que o novo sistema é seguro e fácil de operar. Tem mais: está disponível para o usuário 24 horas, e em todos os dias da semana.

“É uma grande inovação, já que para fazer transferências, na própria instituição ou em bancos diferentes, não são cobradas tarifas para pessoas físicas”, ressalta Rodrigo Alexandre, especialista PROTESTE. Mas, além da gratuidade, o Pix possui outras vantagens. Confira a seguir.

  • Não é preciso ter nenhum aplicativo adicional para o uso da ferramenta; apenas um dispositivo digital (tablet, celular ou notebook).
  • Transferências de dinheiro e pagamentos são feitos em segundos.
  • Disponibilização imediata dos recursos.
  • Comunicação imediata da efetivação ou não da transação, tanto para quem faz quanto para quem recebe.

Como fazer um Pix?

Todas as instituições financeiras que possuam mais de 500 mil contas ativas são obrigadas, pelo Banco Central, a disponibilizar o sistema; as outras podem ou não oferecer o serviço.  Para utilizar a ferramenta, o consumidor só precisa acessar o aplicativo ou o site do banco onde é correntista. Não é necessário fazer nenhum cadastro para fazer pagamentos ou transferências.

O único cadastro que pode ser feito é o cadastro de chaves no pix que facilitará as transações feitas para quem receberá através do pix.

Se optar por fazê-lo, basta escolher uma chave Pix, que pode ser: um endereço de e-mail, o número do CPF/CNPJ, do celular ou qualquer outro aleatório. “A utilização da chave Pix é para facilitar o recebimento de uma transação.”, explica o especialista.

Na prática, o usuário indica a chave cadastrada vinculada à conta do recebedor, a instituição financeira se comunica com a outra, e a operação é realizada em segundos. O destinatário recebe uma mensagem (por SMS ou e-mail), acusando a entrada do recurso. “É realmente muito fácil”, afirma Rodrigo.

 Limites de transferência

 Embora o Banco Central do Brasil (Bacem) não tenha determinado limite máximo de valores para fazer um PIX. As instituições financeiras tem autorização para estabelecerem limites máximos de valores nas transferências. O objetivo é diminuir os risco de fraudes, golpes, lavagem de dinheiro e até ao financiamento do terrorismo.

Porém esses limites impostos pelos bancos não podem ser inferiores aos já estabelecidos ao cliente para outros meios de pagamentos e transferências.

Compare, aqui, as diferenças entre Pix e TED/DOC:

PIX

  • Basta dar um clique na chave já armazenada no dispositivo ou ler o QR Code do recebedor;
  • o pagador é notificado a respeito da conclusão da transação (inclusive quando não é concluída) e o recebedor, sobre a entrada do dinheiro na conta-corrente;
  • pode ser feito a qualquer momento;
  • é gratuito entre pessoas físicas;
  • o recurso é disponibilizado em segundos.

TED

  • É preciso conhecer e digitar os dados do recebedor, como banco, número da agência e da conta;
  • pagador e recebedor não recebem notificação;
  • serviço disponível apenas em dias úteis, entre 6h e 17h30, no geral;
  • pode ser cobrada tarifa;
  • o recurso fica disponível no mesmo dia, mas em momento indefinido.

DOC

  • As características do TED se aplicam a este meio de pagamento, mas é mais demorado. O recurso é disponibilizado somente no dia seguinte à transação.

Mas se já conheceu as vantagens do PIX, você sabe se a sua conta-corrente cabe no seus bolso e, principalmente, atende às suas necessidades? Hora de entender mais sobre o assunto. Se voce é associado, confira o teste completo na revista. E se não é, associe-se e tenha acesso a esse e outros testes PROTESTE

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