Anatel: reclamações na telefonia móvel em queda

Anatel: reclamações na telefonia móvel em queda

Setor responde por quase metade das queixas contra serviços de telecomunicações. Saiba quais operadoras melhoraram mais

A Anatel registrou, em outubro de 2018, 119,3 mil reclamações de usuários de serviços de telefonia móvel. Em comparação com o mesmo mês do ano de 2017, o valor representa 11,9 mil reclamações a menos.

Apesar da redução, o setor acumulou quase metade (46,8%) do total de 254,8 mil queixas contra os principais serviços de telecomunicações. Esses englobam ainda a telefonia fixa (58,6 mil), banda larga fixa (44,9 mil) e TV por assinatura (32 mil).

No entanto, como destaca o site Mobile Time, a telefonia móvel é o serviço mais popular de telecomunicações do Brasil. Ou seja, são mais de 230 milhões de linhas em serviço.

Serviços pós-pago geram mais reclamações

Os clientes pós-pagos das operadoras de telefonia móvel foram os que mais reclamaram. Segundo a Anatel, as principais razões foram cobrança (46,9%), ofertas e promoções (9,7%) e qualidade e funcionamento (10,4%).

Já as 36,5 mil queixas da modalidade pré-paga, a maior parte se concentrou nos créditos pré-pagos (35,9%). Em seguida, ofertas e promoções (20,04%) e qualidade e funcionamento (13,8%).

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Operadoras no ranking das reclamações

Segundo a Anatel, a telefonia móvel a Vivo apresentou a maior redução nas reclamações. Foram 20,4% a menos (5,9 mil reclamações a menos). Em seguida, vem a Nextel, com menos 3,5 mil (- 45,2%). Depois vieram Claro, menos 3,3 mil (- 12,3%) e a Oi, com menos 1,2 mil (-6,5%). Por último, a TIM foi a única que registrou um número maior de reclamações: mais 2 mil (+4,1%).

Operadoras no Ranking das Reclamações

Reclamações por estado

As reclamações dos principais serviços de telecomunicações tiveram redução em todas as unidades da Federação. As maiores ocorreram em São Paulo, com menos 4,3 mil reclamações (-9,9%) e no Rio de Janeiro, menos 6,1 mil (-17,4%). Em seguida, vieram Minas Gerais, menos 3,5 mil (-13,1%); Bahia, menos 1,9 mil reclamações (-20,2%). Na sequência, ficou Pernambuco, menos 1,1 mil (-22,0%).

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